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Museu Calouste Gulbenkian

Tendo por base as colecções particulares do milionário do petróleo Calouste Gulbenkian, este é um dos mais importantes museus de Lisboa.

O projecto da Fundação e Museu Calouste Gulbenkian, inaugurado em 1969, foi o resultado de uma competição limitada que ocorreu entre 1959 e 1960 entre três equipas de arquitectos.

As galerias de exposições permanentes são distribuídas em ordem cronológica e geográfica para criar dois circuitos independentes dentro da visita geral, numa colecção que agora totaliza mais de 6.000 peças de todo o mundo e que datam da Antiguidade até ao início do século XX (incluindo exemplos do antigo Egito, da Grécia antiga, da Babilónia, da Arménia, da Pérsia, da Arte Islâmica, da Europa e do Japão).

Calouste Gulbenkian revelou bem cedo a sua paixão pela arte, reflectindo em parte as suas origens na Capadócia - uma grande encruzilhada de religiões e arte - e de Constantinopla - outra encruzilhada de civilizações e a capital dos romanos, gregos e turcos otomanos.

Ao longo da sua vida, juntou uma colecção ecléctica e única, influenciada pelas suas viagens e pelo seu gosto pessoal, envolvendo às vezes longas e complexas negociações com os principais especialistas e comerciantes especializados.

Este é um museu único, de onde destacamos vários aspectos, começando com a arte islâmica oriental, exposta numa grande galeria que exibe uma vasta colecção de manuscritos, tapetes, têxteis e cerâmica, da Pérsia, Turquia, Síria, Cáucaso e Índia, que datam do século XII ao XVIII.

Também a não perder a obra-prima da escultura francesa do século XVIII, Estátua de Diana. Houdon oferece a Diana um tratamento original, apresentando-a nua e a correr, em contraste com a Diana estática e idealizada dos seus predecessores, vestida com uma túnica como símbolo da virgindade.

A Colecção Lalique também não deve ser descurada. Gulbenkian foi um amigo íntimo do joalheiro Art Nouveau francês René Lalique (1860-1945) e a sua colecção de obras é bastante singular pela qualidade da joalharia e outros objetos, particularmente o vidro, que, pela sua qualidade e consistência, é considerado bastante único.

Em destaque também a pintura de Édouard Manet de 1867, Boy Blowing Bubbles, em que o tema é, Vanitas, ou a natureza fugaz da vida simbolizada pelas bolhas de sabão que recebeu uma interpretação única do autor.

Terminamos as nossas sugestões com as pinturas St. Catherine e St. Joseph, do mestre flamengo do século XV, Rogier van der Weyden e que são outro dos pontos altos da exposição. Estas pinturas são partes de um retábulo que foi desmantelado por razões desconhecidas, estando o terceiro elemento na Galeria Nacional de Londres.

Av. de Berna 45- A
Telf: 217 823 000
www.museu.gulbenkian.pt

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